Estruturamos a governança de TI na medida da sua empresa: quem decide o quê, quanto se investe, quais riscos se aceitam e como se mede o resultado. Um modelo enxuto, que a liderança entende e o time consegue sustentar.
Raramente falta esforço ou tecnologia. Falta clareza sobre quem decide, quanto custa, quais riscos estão na mesa — e como tudo isso se conecta ao negócio.
A conversa com a diretoria é sobre quanto a TI gasta — nunca sobre o que ela viabiliza.
Investimentos, prioridades e exceções decididos caso a caso, sem alçada clara nem registro do porquê.
Licenças, contratos e cloud crescendo sem dono, sem previsão e sem relação com o valor entregue.
Auditores, clientes, a matriz ou a LGPD pedem controles e evidências que hoje só existem na cabeça das pessoas.
Começamos medindo, desenhamos só o que o seu porte exige e ficamos até a governança rodar sozinha. Cada fase termina com uma entrega aprovada pela liderança.
Um retrato honesto de como a TI decide, investe, entrega e se protege hoje: nível de maturidade por frente e os riscos que pedem atenção imediata.
Diagnóstico apresentado e prioridades acordadas com a liderança.
O modelo de governança sob medida: quem decide o quê, em qual fórum, com quais políticas e indicadores. Só o que o seu porte exige — sem burocracia de framework.
Modelo aprovado pela liderança e pronto para entrar em operação.
A governança sai do papel e vira rotina: conduzimos os primeiros ciclos com o seu time, medimos a evolução e transferimos o modelo — ou seguimos como serviço contínuo.
Rituais rodando com o seu time — ou a Kasnol seguindo como serviço contínuo.
Prazos indicativos: variam com o porte da TI, o número de frentes no escopo e a disponibilidade da liderança. Se já existe um diagnóstico recente, partimos dele.
Avaliamos cada frente em uma escala de cinco níveis. O retrato mostra onde a TI está, onde precisa chegar e qual degrau vale subir primeiro.
Práticas improvisadas, que dependem de pessoas-chave. Decisões caso a caso.
Algumas rotinas se repetem, mas sem padrão, registro ou indicadores.
Processos, papéis e políticas documentados e seguidos por toda a TI.
Desempenho medido por indicadores; decisões tomadas com dados.
Melhoria contínua: a governança evolui junto com a estratégia.
Escala de referência inspirada em COBIT e CMMI. Nem toda frente precisa chegar ao topo: o alvo é o nível que o negócio exige — e que o time consegue sustentar.
Governança não é um documento: é o conjunto de decisões que define como a TI planeja, investe, entrega e se protege. Cada frente recebe nível, alvo e plano — e entra no escopo só o que o seu momento pede.
Plano diretor de TI (PDTI) conectado às metas do negócio.
Alçadas, matriz RACI e fóruns com pauta e dono.
Priorização, CAPEX/OPEX e business case de cada iniciativa.
Licenças, contratos e cloud sob controle, com TCO visível.
Matriz de riscos, controles e planos de resposta.
Políticas, gestão de acessos e a ISO/IEC 27001 como referência.
Inventário de dados, bases legais e o papel do encarregado (DPO).
Seleção, SLAs, desempenho e dependência de terceiros.
Catálogo, níveis de serviço e processos de referência ITIL.
Backup, recuperação de desastres e planos de contingência.
Algumas empresas precisam do modelo desenhado e entregue; outras, de quem o conduza no dia a dia. Os formatos se combinam — e o projeto pode virar serviço contínuo quando fizer sentido.
Diagnóstico e estruturação com escopo, prazo e preço definidos. Entregamos o modelo pronto para o seu time operar, com a transição acompanhada.
Uma liderança sênior da Kasnol conduz os fóruns, os indicadores e a evolução da maturidade em fração de tempo — para empresas que ainda não comportam um CIO dedicado.
Quem desenha a sua governança já respondeu como Head de TI por orçamento, riscos e entrega — e sabe o que funciona fora do papel.
COBIT, ITIL e ISO 27001 orientam o trabalho, mas o modelo tem o seu tamanho: só os controles e fóruns que o negócio realmente usa.
Governança, segurança da informação e privacidade tratadas juntas, por quem também atua como encarregado de dados (DPO).
Em 30 minutos, entendemos o contexto e as cobranças sobre a TI — e devolvemos uma leitura honesta de por onde a governança deve começar.