Vai abrir uma empresa, uma subsidiária ou uma nova operação? A Kasnol assume a tecnologia por inteiro — do primeiro desenho ao suporte do dia a dia. Você cuida do negócio; nós entregamos a TI funcionando, segura e governada.
Toda nova operação precisa de tecnologia no primeiro dia — e quase nenhuma tem, nesse momento, uma área de TI para cuidar disso.
Uma empresa nascendo do zero, sem área de TI e sem tempo para montar uma antes de começar a vender.
Um grupo internacional chegando ao Brasil ou à América Latina, que precisa de TI local alinhada aos padrões da matriz.
Uma expansão — escritório, planta ou centro de distribuição — que precisa nascer integrada ao que já existe.
Uma operação que se separa de um grupo e precisa de sistemas próprios antes da data de corte.
Cada fase tem escopo, entregáveis e preço próprios. Ao final de cada uma, você decide — com recomendação e números na mesa — se e como seguir.
Entendemos o negócio antes de falar de tecnologia. Definimos o modelo operacional, os requisitos e a arquitetura — e selecionamos as plataformas, ERP incluído, com base em evidência, não em marca.
Plataformas escolhidas e plano de implantação aprovado.
Conduzimos a implantação do lado do cliente: um plano integrado, uma única autoridade de desenho e todos os fornecedores sob controle — escopo, prazo, orçamento, riscos e aceite.
Go-live aprovado e operação estabilizada.
Depois do go-live, seguimos como a sua área de TI: liderança, suporte, segurança e fornecedores — com indicadores, rituais de gestão e melhoria contínua.
Um time interno, se e quando o crescimento justificar — e nós ajudamos a formá-lo.
Prazos indicativos para operações sem sistemas legados a migrar. O caminho crítico raramente é técnico: costuma passar por decisões de padrões, constituição da empresa, bancos e registros fiscais.
Como seria, na prática, abrir uma nova operação com a Kasnol à frente da tecnologia — e o que fica com você em cada etapa.
Situação hipotética, construída a partir da nossa metodologia. Não representa um cliente nem um projeto real.
Um grupo de energia renovável cria uma nova empresa para operar no Brasil: sede administrativa em Campinas, equipes de campo em três estados e cerca de 40 pessoas no primeiro ano. Não há sistemas nem área de TI — e a data de início das operações já está marcada.
Kickoff com a liderança, mapa de decisões e calendário do programa.
Indica um sponsor e compartilha o plano de negócio.
Mapeia processos, define requisitos e arquitetura, conduz demonstrações roteirizadas e compara o custo total das plataformas.
Participa de workshops curtos e decide no gate, com recomendação e números na mesa.
Contrata e coordena fornecedores; implanta ERP, colaboração, rede, dispositivos e segurança; conduz testes e treinamento.
Acompanha um status executivo quinzenal e aprova o go-live.
Cada colaborador recebe um equipamento pronto, com acesso seguro ao que precisa — e suporte desde a primeira hora.
Abre as portas. A tecnologia já está lá.
Opera como a área de TI da empresa: suporte, segurança, fornecedores, indicadores e evolução.
Recebe indicadores mensais e define prioridades no comitê de TI.
Cada frente pode ser contratada isoladamente. O valor está em ter uma só parte enxergando o todo — e respondendo por ele.
Modelo de TI, padrões, papéis e fóruns de decisão.
Requisitos, RFP, demonstrações e business case.
Responsáveis pelos dados, interfaces, controles e monitoramento.
E-mail, colaboração, documentos e identidade única.
Cloud, rede, conectividade, telefonia e dispositivos.
Identidade, MFA, proteção de endpoints e resposta a incidentes.
LGPD, GDPR, retenção e transferência internacional de dados.
Seleção, negociação técnica e níveis de serviço.
Backup, recuperação testada e planos de contingência.
Service desk, gestão de serviços e melhoria contínua.
Escolhemos plataformas e fornecedores com base em evidência e respondemos pelo conjunto — não por um produto ou por uma marca.
Identidade, autenticação multifator, criptografia, backup testado e LGPD/GDPR entram no desenho, não na correção.
O mesmo time que concebe a operação segue com ela depois do go-live, sem perda de conhecimento no caminho.
Em 30 minutos, entendemos o contexto e devolvemos uma leitura honesta do caminho — e do que precisa ser decidido primeiro.